Guia comercial

Subsidiar, locar ou vender seus STBs: é uma decisão de financiamento

O mesmo aparelho gerenciado chega ao assinante de três jeitos — dado a ele, alugado ou vendido. O que muda não é o hardware; é quem banca, quem é dono e como você recupera o investimento. Escolha o modelo errado para um segmento e você ou deixa dinheiro na mesa, ou carrega um risco que não enxerga. A maioria das operadoras não escolhe um só — roda dois ou três ao mesmo tempo.

O mesmo STB inext atende aos três, e o bloqueio do Alcatraz DMS é o que torna seguro dar ou alugar um aparelho. Este é o manual da operadora para escolher — e combinar — cada modelo.

Um aparelho, três modelos
CapEx ou OpEx — você decide
O bloqueio mantém tudo seguro

Comece por aqui

É uma decisão de financiamento, não de hardware

O set-top box costuma ser a maior linha de hardware do orçamento de uma operadora, e cresce a cada novo assinante. Então como o aparelho chega à casa não é um detalhe de logística: define o seu fluxo de caixa, o que entra no seu balanço e o quanto é difícil para o assinante ir embora. O aparelho em si é idêntico nos três modelos. A decisão é puramente financeira.

E raramente é uma decisão só. A mesma operadora pode subsidiar aparelhos para conquistar assinantes premium e de triple-play, locar para a base mainstream e vender de vez para clientes pré-pago, B2B ou de segunda TV — e depois mover assinantes entre os modelos com o tempo. A pergunta de verdade não é “qual modelo”, e sim “qual modelo para qual assinante, e como mantenho isso seguro?”.

Um ativo

Seu STB gerenciado

Três modelos comerciais

Subsidiar · Locar · Vender

Os três modelos

Três jeitos de colocar um aparelho na casa

Subsidiar

Dê o aparelho, conquiste o assinante.

Antecipado
Você banca lá no início — CapEx no dia um.
Quem é dono
Em geral, o assinante, após um período mínimo.
Como você ganha
Recuperado pela assinatura ao longo do contrato.
Melhor para

Aquisição competitiva, pacotes premium e triple-play.

Locar / alugar

Fique com o ativo, cobre por mês.

Antecipado
Você banca, mas ele continua sendo seu ativo.
Quem é dono
Você — por toda a vida do aparelho.
Como você ganha
Uma linha de aluguel recorrente; recupere e reimplante na devolução.
Melhor para

Receita recorrente, baixa barreira, hardware que você reaproveita.

Vender

Dinheiro agora, nada para carregar.

Antecipado
O assinante paga — à vista ou parcelado.
Quem é dono
O assinante, desde o dia um.
Como você ganha
Receita única de hardware; nenhum ativo a depreciar.
Melhor para

Pré-pago, segundas TVs, B2B, um balanço mais leve.

Lado a lado

Como os três se comparam

SubsidiarLocarVender
Custo antecipadoOperadora (CapEx)Operadora (CapEx, retido)Assinante
No seu balançoAtivo, depois baixadoAtivo, depreciado ao longo da vida útilNada — está vendido
Fluxo de caixaSai agora, volta ao longo do contratoSai agora, volta de forma recorrenteEntra agora
Receita recorrenteDentro da assinaturaUma linha de aluguel à parteNenhuma sobre o hardware
Barreira para o assinanteMínima — é de graçaBaixa — uma mensalidade pequenaMáxima — paga adiantado
FidelidadeO período do contratoDevolva para sairMínima — o aparelho é dele
Se sair antes do prazoSubsídio não recuperadoRecupere e reimplanteJá foi pago — sem exposição
O que mantém seguroAlcatraz DMS — net-lock · app-lock · suspensão remota · recuperação OTA

O aparelho é o mesmo em todas as colunas — só o dinheiro e a propriedade mudam de lugar.

Os números, por alto

Mesmo aparelho, três formatos de fluxo de caixa

O modelo não muda quanto um aparelho custa — muda quando o dinheiro se move. Pegue um aparelho gerenciado e siga o caixa:

Subsidiar

Você gasta o custo do aparelho no dia um e recupera pela assinatura. O payback é, grosso modo, custo do aparelho ÷ margem mensal; mantenha o assinante além desse ponto e o resto é lucro. Perca-o antes disso e a parte não recuperada é o seu prejuízo — que é exatamente o que o período mínimo e o bloqueio remoto estão ali para proteger.

Locar

Você ainda banca o aparelho, mas o aluguel mensal o transforma num fluxo recorrente que pode render mais do que custou ao longo da vida do aparelho. Como você mantém a propriedade, uma unidade devolvida é zerada, reprovisionada e reemitida — então um aparelho pode atender a vários assinantes antes de se aposentar.

Vender

O assinante banca o hardware, então nada fica no seu balanço e nenhum capital de giro fica preso. Você troca um pouco de fidelidade por dinheiro hoje e uma operação mais leve — em geral, a escolha certa para pré-pago ou B2B.

Ilustrativo, não é uma cotação — a sua resposta de verdade depende do custo do aparelho, da margem, da retenção e do reaproveitamento. Ajudamos você a passar os seus próprios números por essa conta.

O que torna seguro

Controle no software, não na confiança

O risco de subsidiar ou locar é simples: o assinante para de pagar, ou o aparelho nunca volta. O Alcatraz DMS transforma esse risco numa configuração. O net-lock e o app-lock prendem cada aparelho ao seu serviço — então, fora da sua rede, ele não tem valor de revenda e não dá para virar um box Android genérico. É isso que faz de entregar ou emprestar hardware uma decisão deliberada e segura, em vez de uma aposta.

Net-lock no aparelho

Um aparelho subsidiado ou locado fica preso ao seu serviço. Fora da sua rede ele simplesmente não ativa — então não há valor de revenda nem motivo para sumir com ele.

App-lock e modo quiosque

O aparelho roda o seu launcher e os seus apps — não um desktop Android aberto. Um aparelho subsidiado não pode ser reaproveitado para outra coisa, e a sua marca continua na tela.

Suspenda e restaure remotamente

Pagamento em atraso? Bloqueie o aparelho remotamente pelo painel e libere no instante em que ele pagar — cobrança sem uma única visita técnica.

Recupere e reimplante

Uma unidade de locação devolvida é zerada e reprovisionada pela rede, depois reemitida para o próximo assinante — o reaproveitamento que faz a conta da locação realmente fechar.

É por isso que o modelo é uma escolha de software. Uma mesma frota pode estar subsidiada, locada e vendida ao mesmo tempo — cada aparelho preso às suas próprias condições e movido entre elas sem nunca tocar no hardware.

Na prática

A maioria das operadoras roda mais de um

Combine o modelo com o assinante, não com a empresa. Um padrão que vemos sempre entre os nossos clientes:

  • Aquisição e premium → subsidiar. Derrube a barreira inicial para conquistar assinantes competitivos e de triple-play; o contrato e o bloqueio protegem o aparelho dado.
  • Base mainstream → locar. Uma pequena mensalidade mantém a barreira baixa e o ativo seu, com recuperar-e-reaproveitar quando o assinante dá churn.
  • Pré-pago, segundas TVs e B2B → vender. Pegue o dinheiro lá no início, onde a fidelidade importa menos e um balanço leve importa mais.
  • Com o tempo → converter. O mesmo aparelho deixa você subsidiar para adquirir e depois mover o assinante para a propriedade — sem hardware novo, só uma mudança de condições.

Onde a gente entra

Uma frota. Qualquer modelo. Mude quando quiser.

Nós entregamos o STB gerenciado e o Alcatraz DMS; você escolhe o modelo comercial — ou vários — e a gente torna cada um seguro de operar. Net-lock, app-lock, suspensão remota e recuperação OTA já vêm embutidos, então subsidiar e locar não são um salto de fé, e você pode mudar a combinação conforme o seu mercado muda, sem re-flash nem recompra. Não vamos te empurrar um modelo — fazemos os três funcionarem no mesmo aparelho.

Faça a conta com a gente

Conte pra gente sua margem e sua retenção — o custo do aparelho é com a gente, e comparamos subsidiar, locar e vender em números reais, depois configuramos o bloqueio que protege a opção que você escolher.

FAQ

Perguntas frequentes

Fale com a gente

Escolha o modelo que serve — a gente deixa seguro

Conte pra gente suas margens, seu churn e quanto pretende cobrar do assinante — o custo do aparelho é com a gente, e ajudamos você a pesar subsidiar, locar e vender em números reais, e configuramos o bloqueio do Alcatraz DMS que protege a opção que você escolher.