Ninguém fabrica os próprios chips e, sendo realista, nenhuma operadora projeta a própria placa — é para isso que existem os fornecedores de silício e os fabricantes. Então “construir o seu próprio STB” não é um projeto de hardware; é um projeto de integração. Você monta o hardware que compra, o software que desenvolve ou licencia e uma operação para fabricar, atualizar e dar suporte a tudo isso — e depois passa a ser dono do resultado de ponta a ponta.
É um caminho real e legítimo — mas maior do que aparenta. Um box que funciona e que o assinante consegue de fato usar envolve oito competências distintas, e uma falha em qualquer uma delas aparece lá na frente como um lançamento travado ou uma falha em campo. Antes de decidir construir, vale enxergar o stack inteiro que você assumiria.